domingo, 27 de novembro de 2011

{Meu medo não apenas rir de mim.
Rir também de um outro alguém
Que um dia pois um fim
Nos batimentos de um coração refém.}  §þ.§
                                 

Devaneio



Quatro da madrugada.
Um quarto que não é meu.
A cabeça atordoada
Por um nada que aconteceu.

Uma saudade louca
De alguém que está aqui.
Uma vontade tão pouca
De voltar a sorrir.

sábado, 26 de novembro de 2011

Paixão? Amor?


Pare de me sufocar,
sentimento estúpido!
Não me faça chorar,
ainda estou lúcido!

Não queira me culpar
por algo que não fiz.
Você não conseguirá,
de novo, me ver  infeliz.

Eu aprendi a vencer,
conquistei o que é meu...
Não, Eu não vou ceder!
Você é você, eu sou EU.

Por que não me deixa em paz?
Veja, cresci, amadureci...
Pra você nunca é demais?
Sei... Já sei, já caí...

Pintura: Girl defending herself against love, de William Adolphe Bouguereau
 http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=109187916
 http://wlquartoescuro.blogspot.com/2011/10/paixao-amor.html

sexta-feira, 18 de novembro de 2011



Quero ter o dom de voar; poder bater as asas, mas não só da minha imaginação. Quero poder descrever meus sentimentos sem precisar copiar palavras de outros autores. Quero me declarar a você, com as mais puras palavras existentes em meu vocabulario. Quero te ver, te sentir... Quero cuidar de você. E depois, quando começares a temer, PARE! Não pense no amanhã, que eu não pensarei. Não vamos nos iludir com o "Para Sempre". Apenas viveremos o hoje, o agora...
"Em uma praça a noite, um abraço apertado, eu e você, falavamos besteiras e algumas coisas sobre nós, o céu estrelado, a lua cheia, parecia quase perfeito, não, era perfeito.
Tive medo de me ferir, me decepcionar, mas isso não mudou nada, não me importei."§þ.§

domingo, 13 de novembro de 2011

Amar é envelhecer querendo te abraçar. Dedilhar num violão a canção pra te ninar.
Amar é envelhecer querendo te abraçar. Dedilhar num violão a canção pra te ninar.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

"Eu enfrentaria o mundo com uma mão se você segurasse a outra."
                                      Caio Fernando Abreu