sábado, 17 de dezembro de 2011

                                     Quando vão entender que aparência não define caráter

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

[…]
– Isso foi um erro – disse, olhando para os sapatos, com dificuldade de amarrar os cadarços em meio às lágrimas grossas, exasperantes. – Pode ser que ainda haja um trem de volta para Londres.
Enxugando os olhos com impaciência, encaminhou-se para a sala. Ramsey deu um passo hesitante para lhe barrar o caminho.
– Deixe-me ir embora – disse Irina, cansada.
Por um instante, ele relutou na fronteira. Irina viu a indecisão em seu rosto, como se sua mente preparasse mais uma afirmação que recomeçaria a briga. […], Ramsey segurou Irina por baixo dos braços e a levantou acima da cabeça. Baixando-a devagar, deslizou o corpo dela contra o seu, até deixá-la com a boca a um milímetro de seus lábios.
– Estamos tendo uma briga? – indagou ela, aspirando o champanhe e o tabaco no hálito de Ramsey.
Ele considerou a questão.
– Não.
– Então, de que você chamaria isso?
– Não vejo por que tenhamos que chamá-lo de alguma coisa.
– Que tal “desperdício”?
Pouco antes de beijá-lo, Irina teve que relutar contra o crescente desejo de cronometrar aquele momento, como se pudesse saber a duração do infinito momentâneo.
[…]
Lionel Shriver.
[…]
– Isso foi um erro – disse, olhando para os sapatos, com dificuldade de amarrar os cadarços em meio às lágrimas grossas, exasperantes. – Pode ser que ainda haja um trem de volta para Londres.
Enxugando os olhos com impaciência, encaminhou-se para a sala. Ramsey deu um passo hesitante para lhe barrar o caminho.
– Deixe-me ir embora – disse Irina, cansada.
Por um instante, ele relutou na fronteira. Irina viu a indecisão em seu rosto, como se sua mente preparasse mais uma afirmação que recomeçaria a briga. […], Ramsey segurou Irina por baixo dos braços e a levantou acima da cabeça. Baixando-a devagar, deslizou o corpo dela contra o seu, até deixá-la com a boca a um milímetro de seus lábios.
– Estamos tendo uma briga? – indagou ela, aspirando o champanhe e o tabaco no hálito de Ramsey.
Ele considerou a questão.
– Não.
– Então, de que você chamaria isso?
– Não vejo por que tenhamos que chamá-lo de alguma coisa.
– Que tal “desperdício”?
Pouco antes de beijá-lo, Irina teve que relutar contra o crescente desejo de cronometrar aquele momento, como se pudesse saber a duração do infinito momentâneo.
[…]
  • Lionel Shriver.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Palavras iludem, Atitudes provam!

As palavras por melhores que sejam são apenas palavras e nada podem fazer por si, mas são as atitudes que realmente demonstram nosso caráter, nossos sentimentos, aquilo que somos e queremos ser, as nossas atitudes provam que realmente fomos sinceros no que dissemos.§þ.§
                                               

domingo, 4 de dezembro de 2011

Se o conhecimento pode criar problemas, não é através da ignorância que vamos resolvê-los. (Isaac Asimov)
Não é suficiente falar sobre a paz. É preciso acreditar nela. E não basta acreditar nela. É preciso trabalhar para alcançá-la. (Eleanor Roosevelt)

sábado, 3 de dezembro de 2011

Eu sempre estou só;
Eu nunca estou só;
"Só”...
Depende do ponto de vista!
Ser só e estar só;
Ter fé e acreditar nela.
Acreditar que Deus sempre estar com você.
Acreditar que você que tem Ele em seu coração.
´ Tenha como foco o que acredita, sem precisar de formas físicas ou da ciência para conseguir tal explicação.
Acredite no impossível, no inimaginável, no incomparável, no inacreditável. `
Estas palavras são tão grandes quanto o que acreditas?
No que acredito e em quem acredito, é muito maior.        §þ.§

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011


Tentei me desculpar,
Quiz colocar-me em seu lugar,
Mas não sabe ele
Que o seu unico erro,
Foi me amar.
                        §þ.§